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01. O que é miniatura

Miniaturas já existem há muito tempo e certamente evoluíram ao longo dos anos. Uma coisa que não muda é a alegria que as miniaturas trazem para as pessoas em todo o mundo.

É seguro dizer que as pessoas se apaixonaram por miniaturas ao longo da história humana. Afinal, miniaturas de objetos do cotidiano foram encontradas em artefatos que datam de milhares de anos.

As primeiras miniaturas foram criadas pelos egípcios há 5.000 anos. Eles faziam réplicas em miniatura de barcos, animais, móveis e até mesmo servos. Essas miniaturas artesanais foram colocadas em túmulos dentro das pirâmides. (Mais ou menos faz você repensar a ideia de: "você não pode levá-la com você", certo?)

Dollhouse. As miniaturas de casa de Bonecas (dollhouse) começaram há cerca de 400 anos. Foi quando as chamadas "casas de bebê" fizeram sua estreia na Europa. Apesar de seu nome, essas casas em miniatura não era para as crianças. Isso porque "casas de bebê" eram peças em miniatura colecionáveis que apresentavam muitos detalhes arquitetônicos finos e tinham móveis em miniatura meticulosamente trabalhados em seus interiores.

As casas de bonecas, tornaram-se um sucesso entre os clientes ricos na Holanda, Inglaterra e Alemanha. Só a elite poderia adiquirí-las, uma vez que seu preço poderia equparar com o de uma casa real!

As miniaturas disso também tinham um propósito educacional, com as mães no século XVII usando casas de bonecas e miniaturas para ensinar suas filhas a manter um lar adequado e com o tempo, os pais deixam seus filhos brincarem com as miniaturas, já que a importância da brincadeira infantil começou a surgir.

A Alemanha, em particular a cidade de Nuremberg, produziu a maioria das miniaturas até a Primeira Guerra Mundial. A Alemanha é creditada até mesmo com a criação dos critérios pelos quais todas as casas de bonecas e miniaturas futuras (e contemporâneas) passaram a ser produzidas. As miniaturas alemãs eram muito procuradas não só na Europa, mas também na América do Norte.

A entrada da Alemanha na Primeira Guerra Mundial prejudicou muito a sua capacidade de fabricar e exportar miniaturas. Foi durante esse período que outros países como o Japão e os Estados Unidos começaram a fazer miniaturas. Os fabricantes em miniatura notáveis nos EUA durante o início do século XX incluíram Roger Williams Toys, Schoenhut, Tootsietoy e a Wisconsin Toy Co.

Miniaturas eram feitas à mão até a Revolução Industrial. Naquela época, as empresas começaram a produzir miniaturas em massa junto com muitos outros bens. As miniaturas produzidas em massa cresceram após a Segunda Guerra Mundial. Isso reduziu drasticamente o custo das miniaturas e permitiu que muito mais pessoas descobrissem o maravilhoso mundo de miniaturas e casas de bonecas.

A desvantagem é que muitas dessas miniaturas produzidas em massa não tinham os detalhes de miniaturas anteriores. Na década de 1950, uma casa de bonecas típicas foi construída a partir de chapas pintadas e veio com móveis em miniatura construídos a partir de plástico.

Miniaturas contemporâneas.

As miniaturas de hoje geralmente podem ser divididas em duas variedades: miniaturas destinadas a brincadeiras infantis e miniaturas destinadas a um hobby adulto.

As miniaturas das crianças são muitas vezes feitas de plástico ou outros materiais baratos e pouco duráveis.

Miniaturas destinadas a amadores adultos são tipicamente feitas de madeira, plástico, resina e até mesmo modeladas a mão. As casas de bonecas destinadas a adultos incluem casas de bonecas prontas, bem como kits de casa de bonecas que exigem montagem. Muitos adultos gostam muito do processo de montar um kit para personalizá-lo aos seus gostos com tinta, papel de parede em miniatura, iluminação e muito mais.

Hoje, miniaturas estão atraindo interesse nais pessoas graças às mídias sociais, fóruns de miniaturas, lojas de comércio eletrônico de miniaturas. Os artesãos em miniatura de pequena escala estão entre as miniaturas produzidas em massa e ajudando a aumentar o interesse em miniaturas.

As primeiras miniaturas não seguiam escala nenhuma. Não até o século 20 quando os fabricantes começaram a produzir em escalas padronizadas. A escala mais usada na época foi a escala em miniatura 1/18. Isso significa que um objeto que era 18 vezes menor que o tamanho original.

Nos últimos anos, escalas em miniatura ainda menores ganharam espaço. Eles incluem escala em 1/24, escala em miniatura de 1/48 e até escala em miniatura 1/144.




02.  Ferramentas para miniaturas


É bom lembrar que não é da primeira vez que você irá acertar com o uso correto das ferramentas. Isso leva tempo, e requer calma e paciência. O ideal é começar com projetos simples e com o tempo se aperfeiçoar e dominar as técnicas de modelismo, e o uso das ferramentas.

Ferramentas

1 — Arco de serra eclipse n° 140 ou equivalente; ou ainda, serra de cano com 24 ou 32 dentes por polegada. Evite usar serra tipo tico-tico, muito difícil de manejar e muito frágil, além de picotar todo o corte do plástico, tornando mais difícil o acabamento e ajuste.

2 — Faca de modelismo, tipo X-Acto ou Stanley.

3 — Limas: (A) Tipo bastarda, para desbaste; e (B) Tipo mursa, para acabamento:

  3.1 — Triangular (A) e (B)

   3.2 — Chata (A) e (B)

    3.3 — Agulha (A) e (B)

     3.4 — Redonda (A) e (B)

      3.5 — Meia-cana (A) e (B)

       3.6 — Chata de 6'' (15 cm) bastarda

        3.7 — Chata de 6'' (15 cm) mursa

Obs.: Itens 3.1 a 3.5, usadas em fornitura.

4 — Furadeira manual ou elétrica com mandril de 0 a 1/4'' (6,35 mm), no máximo

5 — Brocas de 0,5 mm até 1/4'' (6,35 mm). Sempre é bom ter em duplicata, no caso de quebra.

6 -Alicates para uso em fornitura:

  6.1 — De corte

   6.2 — De bico chato

    6.3 — De bico redondo

7 — Lixas d'água de 240, 380, 400 e 600 granas

8 — Pinça n° 7

9 — Morsa n° 1

10 — Réguas metálicas de 15 e 30 cm

11 — Mandril manual, para usar brocas de diâmetro menor que 1 mm — encontrado em lojas de fornitura

12 — Paquímetro ou calibre, com precisão de 0,05 milímetros. Com estas ferramentas, você já pode começar a usar a sua imaginação, e iniciar a construção de modelos.




03. Materiais para miniaturas

Os materiais necessários para fazer miniaturas podem variar dependendo do tipo de miniatura que você deseja criar. No entanto, aqui estão alguns materiais comuns utilizados:

1. Massa de modelar ou argila: Estes materiais são usados para moldar e criar os detalhes das miniaturas.

2. Cola: A cola é usada para fixar partes pequenas ou aderir componentes juntos.

3. Tintas acrílicas ou à base de água são comumente usadas para pintar os detalhes das miniaturas.

4. Pincéis de diferentes tamanhos e formatos são utilizados na pintura de miniaturas.

5. Ferramentas de modelagem: Estas ferramentas auxiliam na criação de formas e detalhes minuciosos nas miniaturas.

6. Materiais de base: Dependendo da sua preferência, você pode precisar de uma base sólida ou uma estrutura para sustentar a miniatura.

7. Materiais decorativos: Isso inclui pequenos acessórios, como plantas em miniatura, móveis, veículos, entre outros, que ajudam a complementar a cena das miniaturas.

Lembre-se de que esses são apenas alguns tipos materiais utilizados para criar miniaturas. A escolha dos materiais também dependerá do tipo de miniatura que você deseja criar, como miniaturas de casas, veículos, pessoas, etc.




04. Penjing, paisagens em miniatura

Hoje, tirar fotos é o jeito mais comum de registrar momentos e locais especiais.

Entretanto, em uma época em que a fotografia não passava de um sonho e os trabalhos manuais eram uma prática comum, monges budistas decidiram usar plantas e pequenas peças de artesanato para dar vida às recordações que haviam ficado do lado de fora dos monastérios.

A técnica, que nasceu há 3.500 anos, é conhecida como penjing e consiste na reprodução em escala reduzida de uma paisagem natural.

No Brasil, a arte ainda é pouco conhecida, com poucos adeptos.

Graças ao cuidado com as raízes é possível cultivar as espécies usadas no penjing em apenas 5 cm de terra e também pode-se fazer cenários com suculentas.

O micropaisagismo chinês tem três principais variações: a sanshui – em que paisagens completas são representadas com construções, plantas e animais;

a suihan – traduzido do chinês como água e terra –, que soma aos elementos da versão anterior representações de lagos, rios e mares, sem o uso de água;

e a shumu, o cultivo conduzido de espécies, que teria dado origem ao bonsai.

Reproduzir uma paisagem que ocupa uma área de quilômetros quadrados em apenas alguns centímetros ou metros não é para qualquer um. Dá trabalho, mas é possível recriar toda uma cidade em uma bandeja de apenas 1 m de diâmetro, conhecida como suiban.

Essa arte milenar sempre será capaz de cativar novos admiradores e transportá-los a memórias cheias de significado.




05. Maquetes

Com forte apelo visual, uma maquete está profundamente associada à arquitetura e à geografia. Afinal, são cópias fiéis em escala reduzida de um projeto de arquitetura, de uma peça de design, da topografia de um terreno etc. No mercado imobiliário, essas miniaturas também se tornaram peças fundamentais para vender imóveis. Quer saber mais sobre isso? Continue no texto a seguir e saiba mais! Por que construir maquetes? Uma maquete pode ser construída por diferentes motivos. Mas a principal aplicação delas é servir para apresentação e divulgação de empreendimentos e de projetos de planejamento urbano. maquete urbana Essas miniaturas tornaram-se peças-chave para alavancar as vendas em estandes. É por meio delas que os possíveis compradores conseguem visualizar o volume do prédio, os detalhes da fachada, sua implantação e o entorno. Não custa lembrar que consumidores leigos geralmente têm muita dificuldade para compreender plantas, cortes e perspectivas técnicas. Uma maquete bem construída, portanto, resolve esse problema ao permitir o domínio visual de todo um conjunto espacial. Além disso, por se tratar de um modelo tridimensional, o modelo cria uma interação única entre quem visualiza e o objeto observado. E tem outra vantagem: quando a maquete é confeccionada exatamente de acordo com os desenhos, pode evidenciar eventuais incompatibilidades não identificadas durante a elaboração do projeto. Ou seja, elas podem auxiliar o arquiteto, a construtora e o paisagista a aperfeiçoar o projeto que ainda não foi construído. maquete de prédios Tipos de maquetes As maquetes estão presentes na história da humanidade desde a antiguidade. Naquela época, no entanto, elas estavam mais ligadas às instalações militares defensivas. Os egípcios, por exemplo, utilizavam essas reproduções para reconhecimento de territórios. Os vikings, por sua vez, captavam informações de espiões para reproduzir, em miniatura, as áreas a serem atacadas no território inimigo. Desde então, esses modelos evoluíram muito, sobretudo com o desenvolvimento de ferramentas de corte mais precisas. Com isso, as maquetes puderam se tornar cada vez mais realistas. Hoje, elas podem ser organizadas em três grupos principais: Topográficas: nesse grupo enquadram-se os modelos de terreno, de paisagem e de jardim, como na foto acima. De edificação: são as miniaturas de edifícios e de interiores, por exemplo. Específicas: são os modelos de design, de móveis e objetos. No vídeo abaixo você pode conferir três erros que estudantes de arquitetura cometem ao produzir suas maquetes. Maquetes físicas Os tipos de maquetes mais tradicionais são as físicas, feitas muito antes da invenção do computador e dos modelos virtuais. Embora haja um crescimento notável das maquetes tridimensionais, os modelos físicos ainda estão longe de serem extintos. Por serem muito impactantes, são muito utilizados em estandes de vendas de imóveis. Entre as maquetes físicas, é possível encontrar as voltadas ao desenvolvimento imobiliário e as arquitetônicas. As maquetes imobiliárias, como o nome indica, são produzidas com foco em estimular as vendas de empreendimentos. Por isso mesmo, são confeccionadas de modo a valorizar os principais atributos do empreendimento. Já as maquetes arquitetônicas apresentam estudos de volumetria, iluminação e urbanização sem se preocupar com os acabamentos de fachada. Essas peças costumam ser fabricadas para a participação em concursos.




06. Replicas

Pode parecer brincadeira de criança, mas o modelismo ; a reprodução de objetos em miniaturas perfeitas ; é levado a sério por muita gente grande. Aviões, trens, casas e árvores são construídos em tamanhos menores, com total respeito à proporção dos originais. Dos soldadinhos de chumbo, usados há centenas de anos para o planejamento de batalhas, à reprodução fiel de máquinas de transporte modernas, o hobby, muito além de um simples passatempo, é considerado uma arte pelos adeptos. Magno cria todo o ambiente por onde o trem vai passar;É um trabalho que nunca termina. Cada vez que olho para uma maquete, mudo ou acrescento algum detalhe;, conta o ferreomodelista Magno Vieira da Silva, 60 anos. Ferreomodelismo é uma modalidade na qual todos os aspectos de uma rede ferroviária são reproduzidos. Magno não só monta trens e trilhos peça por peça, como cria todo o ambiente por onde a locomotiva vai passar. Montanhas, vegetação, fábricas, estações, igrejas e pessoas são reproduzidas em escala 87 vezes menor que a real para conferir veracidade à maquete. Segundo o ferreomodelista, o hobby é tão sofisticado que são necessários conhecimentos em eletrônica, mecânica, engenharia e artes plásticas . Além do perfeccionismo, a criatividade é um ingrediente imprescindível. Nós experimentamos vários materiais. O importante é que as réplicas pareçam reais nos mínimos detalhes;, explica Magno. Arame, isopor, serragem peneirada e plástico são matérias-primas utilizadas com frequência. O ferreomodelista adotou o hobby há 15 anos. Escolheu as réplicas de locomotivas por representarem um retorno à infância, vivida em Campina Grande (PB). Quando ele tinha 12 anos, viu o Ferrorama que um amigo acabara de ganhar. O trem de brinquedo não chega a ser uma réplica perfeita, mas conquistou Magno. ;Fiquei fascinado. Décadas depois, resolvi embarcar nesse hobby, levando em conta a escala, a proporção e os mínimos aspectos das realidades que quero reproduzir Modelismo é um passatempo, uma arte e uma ótima maneira de ter convívio social. Magno é um dos responsáveis pela manutenção de duas maquetes acomodadas em salas do piso superior da Rodoferroviária de Brasília. Na estação desde 1983, os modelos foram concebidos pela Sociedade de Modelismo Ferroviário de Brasília, atualmente com 40 associados. Apesar das marcas do tempo e de um teto que desabou sobre elas, as maquetes ainda conservam a aura de uma minirrealidade. Pequeno, mas potente A caminhonete Monster Truck que o construtor Marcelo Faria, 44, divide com o filho João Pedro, de 10 anos é motorizada como os trens de Magno. E exige os mesmos cuidados e revisões de um carro em tamanho real. Movida a nitrometano, a caminhonete não mede mais de 40cm, mas pode alcançar até 90km/h. Salta rampas e anda no barro com tração nas quatro rodas. É o terceiro automodelo que Faria adquire. ;O primeiro deles, comprei para o meu filho. Só que acabei tomando gosto pelo passatempo. Curto o hobby mais do ele;, brinca. A construção das réplicas em escala reduzida exige conhecimentos técnicos e históricos e um profundo respeito às proporções originaisO construtor escolhe o modelo, a potência e a escala (que pode ser até 25 vezes menor que o automóvel original) no momento da compra. O motor deve ser amaciado, para o carro finalmente ser utilizado. O fato de você comandar um objeto em alta velocidade por ondas de rádio é uma emoção forte. A adrenalina sobe à cabeça.; Faria, há quatro anos ;pilotando;, não pretende largar a atividade. Algumas réplicas são concebidas para saltar, alcançar altas velocidades ou reproduzir os movimentos dos objetos originais. Outras, apenas para apreciação. Esse é o caso do plastimodelismo. Os adeptos dessa modalidade criam cópias perfeitas de aviões, tanques de guerra e navios não motorizados. O foco é na riqueza de detalhes. Marcelo de Paiva, engenheiro mecânico de 29 anos, faz parte de uma turma de 30 amantes dessa arte ; o Grupo de Pesquisa de Plastimodelistas Ratos de Hangar. O hobby de Paiva é reproduzir aviões de guerra. Sempre gostei muito de aviação. Queria ser piloto;, conta. Para fazer uma réplica, o engenheiro faz uma pesquisa histórica, resgata fotos e estuda o modelo. Não é só o trabalho de montar um avião, mas saber quando foi produzido e para quê. É preciso conhecer o contexto histórico;, explica Paiva. Nem toda miniatura é feita de motores, ferro ou plástico. Alguns dos 180 ônibus de Cleiton Braga, 23 anos, são feitos de papel. Ele os desenha no computador e imprime numa gráfica. Depois, faz dobraduras e colagens para reproduzir um veículo de transporte coletivo até 87 vezes menor. A fixação de Braga pelo veículo tem raízes na família dele ; o avô materno era motorista de ônibus. Quando tinha 6 anos, numa viagem a São Paulo, Cleiton comprou o primeiro item da coleção. Atualmente, o acervo contabiliza 180 veículos em miniatura. E ele não é o único. ;Eu e mais 18 amigos formamos o Cerrado Bus, um grupo de pessoas que amam, estudam e colecionam tudo relacionado a ônibus. Da Alemanha a Hollywood A origem histórica da reprodução de objetos em escala reduzida é controversa. Há registro de um duque da Bavária ; Alberto V ; que teria encomendado a réplica perfeita em miniatura da casa dele na metade do século 16. Séculos depois, na 2ª Guerra Mundial, os aviões do conflito começaram a ser reproduzidos em escalas menores pelas indústrias bélicas. A riqueza de detalhes e a preocupação com a escala foram motivos para que o modelismo fosse usado pelo cinema. Antes da computação gráfica, maquetes e modelos em miniatura eram filmados para cenas de ação com explosões e veículos em movimento. O hobby não é considerado caro pelos adeptos, mas alguns artigos ultrapassam a faixa dos R$ 1 mil. Esse é o caso das Monster Trucks, automodelos específicos para circuitos off road (em terrenos irregulares, lamacentos, com rampas e obstáculos), que podem custar entre R$ 1.250 e R$ 3.600. Uma locomotiva com quatro vagões e 1m de trilho em escala 87 vezes menor são vendidos em lojas especializadas por aproximadamente R$ 300. Os kits de montagem de um avião estático podem ser encontrados no mercado por uma média de R$ 46.




07. Dioramas

O diorama é uma modalidade de maquete da qual representa algum tipo de situação. Em outras palavras, é um espaço cênico de tamanho normalmente reduzido que serve para representar realidades diversas em três dimensões, como presépios, episódios históricos, hábitats naturais, espaços urbanos, etc. Estas maquetes são usadas normalmente nas escolas, mas também em museus, nas salas de exposições ou entre colecionadores que pretendem representar sua paixão por algum assunto ou tema específico. Em relação ao vocábulo diorama, o mesmo provém do grego e literalmente quer dizer através da vista. O aparecimento dos primeiros dioramas No início do século XIX não existia a fotografia nem o cinema. Nesse contexto, o teatro era o espetáculo mais popular e reconhecido socialmente. A invenção do primeiro diorama se deve ao francês Louis Daguerre, que desenvolveu um espetáculo visual na qual os espectadores observavam cenas de animação que mudavam de aparência com efeitos no palco e na iluminação. O diorama é uma variante da cenografia teatral e considerado um elemento precursor da cinematografia. O mundo do colecionismo Uma área específica que pode ser observada radica no campo das figuras de coleção, baseadas em filmes ou quadrinhos, representadas principalmente através de cenas que dão uma valorização extra aos personagens, dada a posse, a situação e a base que acompanham. Empresas como Kotobukiya, Iron Studios ou Sideshow são algumas das principais referências nesta arte, a partir de criações em tamanhos que variam de 1/4 a 1/10 (este último característico nas linhas de Iron Studios). Existem tamanhos maiores, que chegam a alcançar 1/1 e representam uma visão real da personalidade e da cena, mas nestes casos participam inúmeros elementos, a dimensão apreciada com mais freqüência é a de 1/6. A finalidade dos dioramas O propósito destas circunstâncias tridimensionais é duplo: facilitar o ensino de um tema no campo acadêmico e, paralelamente, comunicar uma ideia através de um formato divertido. Esta modalidade de maquete é considerada uma ferramenta didática de grande utilidade para as crianças nos primeiros anos escolares. No processo de aprendizagem para as crianças menores as explicações teóricas podem ser chatas e pouco dinâmicas. Por esta razão, os dioramas se tornam uma estratégia que combina o rigor da informação com entretenimento. Aquele que observa um diorama visualiza uma cena que representa uma realidade e neste processo de aprendizagem as palavras carecem de importância. Pode-se dizer que estas maquetes são úteis pedagogicamente desde que venham acompanhadas de uma explicação sobre seu conteúdo. Para fabricar qualquer dioroma é necessário que anteriormente seja feita uma pesquisa sobre quais elementos devem ser integrados e qual propósito pode comunicar. Obviamente, os próprios alunos podem ser os protagonistas em sua fabricação. Algumas de suas variantes Geralmente a escala dos dioramas é reduzida, pois desta maneira facilita a interação entre o observador e a cena representada. No entanto, em certas ocasiões, apresentam um tamanho próximo da realidade. A variedade de dioramas é bem ampla, podendo ser representada: em vitrines para que o público não manipule o conteúdo, em caixas com dimensões variadas, em livros que quando abertos representam uma história, em forma de cartões, entre outras.




08. Miniaturas com movimento

Dar movimentos nas miniaturas, é dar vida e ainda mais realismo. tendo o controle total com relaçaõ a hora que liga, quando se acende uma luz, controlando a velocidade, seja de forma atomatica ou manual, enriquece e muito o cenário do seu diorama.



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